sexta-feira, 30 de maio de 2008













words are very unnecessary

(depeche mode - enjoy the silence, 1990)

9 comentários:

pcso lotto disse...

For us when we visit some blog site our main objective is to ensure that we will be entertained with this blog.

Anónimo disse...

com um ataque tão cerrado dos homens da lotaria, nem me vou dar ao trabalho de apagar os comentários novamente...ainda me acusam de ditadura...
por isso, aqui fica o aviso aos navegadores - não cliquem nos comentário feitos em inglês, são publicidade enganosa!
(filipa)

the painter disse...

very unnecessary indeed

(fez-me lembrar uma foto que vi na exposição O reverso do olhar, na Baixa, Edifício Chiado.)

captaste o nojo e a raiva. tenho o impacto e a cratera. mais palavras... ficam presas e imprecisas na garganta.

Anónimo disse...

danke schön, acho eu (?)
(filipa)

margarete disse...

dica: se colocares verificação de letras aos comentadores (grande seca, me knows...) deixas de ter aqui os homens da sorte "grande"

;)

bom fim de semana!

Anónimo disse...

obrigada!
(filipa)

Carluscoelho disse...

nao vejo nojo e raiva... essa carninha toda abre-me o apetite !! ehehe... e ele parece o Jaws... belo ! :)

Anónimo disse...

Lapin, hannibal, the cannibal!
:)
(filipa)

Bruno Schulz Maravilhoso disse...

El Demiurgo, dijo mi padre, no tuvo el monopolio de la creación; la creación es el privilegio de todos los espíritus. La materia posee una infinita fecundidad, una fuerza vital inagotable y al mismo tiempo un poder seductor que nos impulsa a modelarla. En las profundidades de la materia se trazan imprecisas sonrisas, se anudan conflictos y se condensan las formas esbozadas. La materia ondula íntegramente frente a las inacabadas posibilidades que la atraviesan como vagos estremecimientos. Mientras aguarda un soplo vivificante, la materia oscila sin cesar y nos tienta mediante millones de curvas blandas y dulces nacidas de su tenebroso deseo.