sexta-feira, 26 de junho de 2009







- there's no gene for fate




(gattaca - andrew niccol, 1997)

8 comentários:

  1. Mas há para "fat".
    Somos nós que construimos o destino?
    Acho que não completamente. "Eu sou eu e as minhas circunstancias" Ortega y G.
    Mas as minhas circunstancias actuam num eu que tb é determinado por genes.
    Uma das mais determinantes circunstancias é a educação.

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  2. a boa educação. seja lá o que isso for.
    (filipa)

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  3. Olá Filipa!!

    Lindo... encontrei-te por acaso, há tanto tempo que não nos vemos, fiquei contente com este reencontro, mesmo sendo virtual.

    Beijinhos
    Adelaide (o Javier tb manda beijocas)

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  4. olá Adelaide, bjinhos a ambos os dois :)
    (filipa)

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  5. já ouviste a história da morte que foi esperar o homem na casinha mais remota dos picos da montanha gelada? o destino aguarda-nos, independentemente dos passos que dermos. mas o que o determina... o que nós somos é um mistério, filipa. um mistério que nos 'come o cérebro' se pensarmos horas a fio nele.

    (às vezes, quando tenho mil hipóteses à minha frente, mil caminhos por onde ir, mil decisões que posso tomar, e ter a consciência que cada uma terá consequências únicas, que mudará a minha vida, se não a curto, a longo prazo, quando estou entranhada nesses momentos, engasgada em cada hipótese, a querê-las a todas, e saber que posso escolher, que tenho esse poder, suspiro e penso: que raio, mas porque raio tenho eu que decidir? mas juro que vou começar a pensar: onde se meteu ele, pá, o meu gene do destino?)

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  6. menina da fábrica de porcelanas da batalha, depois de muito reflectir (!), acho que há 3 soluções para o teu problema, a saber:

    1) arranjar bússola decisional (vantagem - não escolhes, ela escolhe por ti/desvantagem - se for "made in taiwan", o mais certo é ter uma esperança de vida de 4 minutos e meio e voltamos à mesma história...)
    2) fazer pim pam pum sempre que se avista uma bifurcação no caminho (vantagem - algum controlo sobre processo de tomada de decisão porque, afinal, o dedo é teu, a ladaínha também e podes sempre fazer batota/desvantagem - é um bocadinho infantilóide, para sermos brandas...)
    3)substituir pontos de interrogação por pontos de exclamação e não perder muito tempo a pensar sobre o assunto (vantagens - muitas/desvantagens - assim que eu me lembre, nenhuma...)

    (filipa)

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  7. cláudia, acho que não diria, escreveria um tratado sobre o tema :)

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