
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
quinta-feira, 2 de agosto de 2012

tempos conturbados. não conseguimos parar de nos rir, as gargalhadas pegam-se umas às outras, rimo-nos, alto, mais alto, não me lembro de nos termos rido tanto e tão alto. são tempos conturbados, se nos rirmos não estamos tão sozinhos e talvez consigamos adormecer.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012




e mais tarde
andaremos só pela parte amarela do dia(HIP HIP HURRA!)
(domenico + 2 - felizes ficaremos na estrada, 2003)
terça-feira, 31 de julho de 2012
segunda-feira, 30 de julho de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
quarta-feira, 18 de julho de 2012

só uma maior maturidade poderia ajudá-lo a entender as limitações mentais crónicas de um "professor doutor" - produto de gerações de puritanismo patético: amável, conscencioso, por vezes gentil e cortês, mas não obstante impenetrável, intolerante, guiado pela tradição e com falta de perspectiva.
terça-feira, 17 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
terça-feira, 3 de julho de 2012
sábado, 30 de junho de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012

quando o dia entardeceu
e o teu corpo tocou
num recanto do meu
uma dança acordou
e o sol apareceu
de gigante ficou
num instante apagou
o sereno do céu
e a calma a aguardar lugar em mim
o desejo a contar segundo o fim
foi num ar que te deu
e o teu canto mudou
e o teu corpo do meu
uma trança arrancou
e o sangue arrefeceu
e o meu pé aterrou
minha voz sussurrou
o meu sonho morreu
dá-me o mar, o meu rio, minha calçada
dá-me o quarto vazio da minha casa
vou deixar-te no fio da tua fala
sobre a pele que há em mim
tu não sabes nada
quando o amor se acabou
e o meu corpo esqueceu
o caminho onde andou
nos recantos do teu
e o luar se apagou
e a noite emudeceu
o frio fundo do céu
foi descendo e ficou
mas a mágoa não mora mais em mim
já passou, desgastei
para lá do fim
é preciso partir
é o preço do amor
para voltar a viver
já nem sinto o sabor
a suor e pavor
do teu colo a ferver
do teu sangue de flor
já não quero saber
dá-me o mar, o meu rio, a minha estrada
o meu barco vazio na madrugada
vou deixar-te no frio da tua fala
na vertigem da voz
quando enfim se cala.
ouvir
(márcia e jp simões - a pele que há em mim, 2011)
e o teu corpo tocou
num recanto do meu
uma dança acordou
e o sol apareceu
de gigante ficou
num instante apagou
o sereno do céu
e a calma a aguardar lugar em mim
o desejo a contar segundo o fim
foi num ar que te deu
e o teu canto mudou
e o teu corpo do meu
uma trança arrancou
e o sangue arrefeceu
e o meu pé aterrou
minha voz sussurrou
o meu sonho morreu
dá-me o mar, o meu rio, minha calçada
dá-me o quarto vazio da minha casa
vou deixar-te no fio da tua fala
sobre a pele que há em mim
tu não sabes nada
quando o amor se acabou
e o meu corpo esqueceu
o caminho onde andou
nos recantos do teu
e o luar se apagou
e a noite emudeceu
o frio fundo do céu
foi descendo e ficou
mas a mágoa não mora mais em mim
já passou, desgastei
para lá do fim
é preciso partir
é o preço do amor
para voltar a viver
já nem sinto o sabor
a suor e pavor
do teu colo a ferver
do teu sangue de flor
já não quero saber
dá-me o mar, o meu rio, a minha estrada
o meu barco vazio na madrugada
vou deixar-te no frio da tua fala
na vertigem da voz
quando enfim se cala.
ouvir
(márcia e jp simões - a pele que há em mim, 2011)
sexta-feira, 1 de junho de 2012
quinta-feira, 31 de maio de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
quarta-feira, 23 de maio de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
terça-feira, 15 de maio de 2012
sexta-feira, 11 de maio de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
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