sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011






- oh, jeanne, quel drôle de chemin il m'a fallu prendre pour aller jusqu'à toi...



(pickpocket – robert bresson, 1959)

5 comentários:

  1. ... mas é o único que vale a pena!

    ResponderEliminar
  2. o nosso cérebro tem uma coisa engraçada: tratamos de dar um sentido às coisas coincidentes.

    não creio que um caminho leva a alguém. não creio que há uma metade à nossa espera. creio sim que, o caminho que fazemos, nos faz cruzar com muita gente. e desse cruzamento pode nascer muita coisa. ou não.

    mas é sem dúvida uma visão (mais) bonita, essa de um caminho que nos leva a alguém...

    ResponderEliminar
  3. quando a alma não é pequena. quando é, prefere-se a linha recta.

    táxi, ou o elevador da bica, entre graffitis, beatas e degraus : )

    menina, o filme trata, justamente, dessas encruzilhadas mais ou menos espinhosas que nos (des)orientam todos os dias. visualização altamente recomendável.

    (filipa)

    ResponderEliminar
  4. que seria da vida sem os "drôles"? sem dúvida bem menos interessante.

    ResponderEliminar