que imagem fenomenal. fiquei na dúvida se era a janela de uma cela, com a luz da liberdade. se era outro tipo de janela. daquelas que nos prendem no sofá. ou na cadeira mais esquelética. e nos atam a mente.
(mas o mundo cá fora também pode ser uma prisão. e, a bem dizer, as janelas que inicialmente nos prendem no (des)conforto podem também dar o pretexto, e a estória, para saltarmos dele.)
(aliás, esta janelinha onde te encontro é um bom exemplo disso... :*)
que imagem fenomenal.
ResponderEliminarfiquei na dúvida se era a janela de uma cela, com a luz da liberdade. se era outro tipo de janela. daquelas que nos prendem no sofá. ou na cadeira mais esquelética. e nos atam a mente.
(mas o mundo cá fora também pode ser uma prisão. e, a bem dizer, as janelas que inicialmente nos prendem no (des)conforto podem também dar o pretexto, e a estória, para saltarmos dele.)
(aliás, esta janelinha onde te encontro é um bom exemplo disso... :*)
No, we are not...
ResponderEliminarwell, i am.
ResponderEliminartherefore, let me congratulate you, m.a., for not being.
maria
ResponderEliminarSorry, I don´t believe you...
parede zarolha
ResponderEliminare somos pois somos não somos?
ser robot em percentagem ou em números brutos?
ResponderEliminarbom tópico para póche-dóque.
: )
(filipa)