terça-feira, 18 de novembro de 2008





- on a tort de juger un homme à ses relations, monsieur. Judas avait d'excellentes fréquentations.



(ridicule - patrice leconte, 1996)

9 comentários:

  1. é uma das paredes do escritório da lapa do gestor y da multinacional x.
    ele sempre gostou de cor-de-rosa.

    ResponderEliminar
  2. hmm... se calhar há uns anos gostava de laranja

    ResponderEliminar
  3. quero uma parede dessas em casa, mas noutra cor. ultimamente não consigo suportar rosa, ando a ficar mais avermelhado.

    não podemos julgar alguém pelas relações , mas tal como judas, podemos adivinhar o quanto vão enriquecer, quer por lealdade, quer por traição.

    ResponderEliminar
  4. hb, há uns anos o senhor x era técnico oficial de contas (toc toc toc toc) num escritório de paredes despidas cor-de-burro-quando-foge, lá para os lados do martim moniz. e não tinha qualquer tipo de relações.
    :)

    ivan, lealdade e traição no mesmo parágrafo torna-o um parágrafo sério. nada cor-de-rosa, portanto.
    :)

    (filipa)

    ResponderEliminar
  5. obrigada, menina limão!
    :)
    (filipa)

    ResponderEliminar
  6. (descobri este post hoje. por acaso.)

    um homem, extensão para uma mulher também, avalia-se (também) pelas suas relações. porque não?

    ResponderEliminar
  7. menina de porcelana, não concordo.
    um homem é um homem é um homem.
    uma mulher é uma mulher é uma mulher.
    vale o que vale (e a mais não é obrigado/a). :)
    (filipa)

    ResponderEliminar